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Anvisa diz que vacinas usadas no Brasil s√£o seguras

Por Nação Sampa News em 03/03/2021 às 13:11:07


A Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria (Anvisa) informou que, até o momento, os dados p√ļblicos de notifica√ß√Ķes do uso de vacinas contra covid-19 no pa√≠s n√£o indicam qualquer rela√ß√£o das vacinas com eventos adversos graves ou mortes. De acordo com a Anvisa, n√£o houve altera√ß√£o na rela√ß√£o de risco e benef√≠cio dos produtos.

Em nota, a ag√™ncia reguladora explicou que a avalia√ß√£o benef√≠cio-risco leva em conta um conjunto grande de informa√ß√Ķes e os registros informados pelos usu√°rios s√£o apenas uma dessas fontes. As outras envolvem os relatórios de seguran√ßa das fabricantes, os sinais de seguran√ßa gerados pelo modelo matem√°tico da Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS), a troca de informa√ß√Ķes com outras autoridades regulatórias e a discuss√£o em grupos de especialistas.

"Até o momento, n√£o h√° nenhum caso de óbito conhecido que tenha rela√ß√£o estabelecida com o uso das vacinas para covid-19 autorizadas no pa√≠s. As vacinas em uso no Brasil s√£o consideradas seguras", informou a ag√™ncia. "J√° é esperado que pessoas venham a óbito por outros motivos de sa√ļde e mesmo por causas naturais, tendo em vista a taxa de mortalidade j√° conhecida para cada faixa et√°ria da popula√ß√£o brasileira", completou.

As notifica√ß√Ķes sobre vacinas e medicamentos s√£o enviadas à Anvisa principalmente por profissionais e servi√ßos de sa√ļde, além dos próprios fabricantes que s√£o obrigados a comunicar os eventos suspeitos e que possam ser graves. Esses dados s√£o utilizados pela Anvisa como subs√≠dio para o seu processo de monitoramento.

"Como são dados notificados por terceiros, eles são considerados de menor evidência científica e servem apenas como sinalizadores para o trabalho de monitoramento da Anvisa. A análise completa envolve os processos mencionados anteriormente", explicou.

Atualmente, est√£o autorizadas para uso emergencial no Brasil a vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmac√™utica brit√Ęnica AstraZeneca, e produzida no pa√≠s pela Funda√ß√£o Oswaldo Cruz (Fiocruz); e a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmac√™utica chinesa Sinovac. Elas est√£o sendo adquiridas e distribu√≠das pelo Ministério da Sa√ļde aos estados para vacina√ß√£o da popula√ß√£o dentro do Programa Nacional de Imuniza√ß√Ķes (PNI).

A Anvisa também concedeu registro para a vacina Cominarty, desenvolvida pela farmac√™utica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia alem√£ BioNtech. Nesse caso, o registro é definitivo, para uso amplo, entretanto, o imunizante ainda n√£o est√° dispon√≠vel no pa√≠s.

Fonte: Agência Brasil

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