Coluna do Dainese
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Bolsonaro atribuiu a declara√ß√£o à m√°-f√© do governador de S√£o Paulo, Jo√£o Doria

Por Nação Sampa News em 22/10/2020 às 00:38:01


Nesta quarta (21), porém, Bolsonaro atribuiu a declara√ß√£o à m√°-fé do governador de S√£o Paulo, Jo√£o Doria, que participou da reuni√£o. Disse que o valor anunciado é "vultoso" e que est√° afinado com o ministério da Sa√ļde "na busca de uma vacina confi√°vel ".

O presidente, no entanto, afirmou também ter mandado cancelar um protocolo de inten√ß√Ķes do ministério que falava sobre a compra da vacina. "N√£o abro m√£o da minha autoridade."

A Folha mostrou que o ministro Eduardo Pazuello enviou no dia 19 de outubro ao diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, um of√≠cio em que confirmava a compra de 46 milh√Ķes de doses da Coronavac.

"Fora isso é especula√ß√£o e jogo pol√≠tico", disse Bolsonaro. "A popula√ß√£o j√° est√° inalada com discursos de terrorismo desde o in√≠cio da pandemia. Perseguimos a vacina, l√° atr√°s destinamos recursos a Oxford, n√£o para comprar vacina, mas para participar de pesquisa e desenvolvimento com uma cota de vacina para nós. Nada ser√° despendido agora com uma vacina chinesa que eu desconhe√ßo."

Anteriormente, o presidente j√° havia criticado a Coronavac ao atacar o governador de S√£o Paulo, Jo√£o Doria (PSDB). Os dois travam um debate p√ļblico sobre a obrigatoriedade de tom√°-la.

Atualmente, o Brasil tem quatro testes de vacinas em andamento. Além da Sinovac, h√° uma desenvolvida em parceria entre a Universidade de Oxford e a farmac√™utica AstraZeneca, e que ser√° produzida pela Fiocruz.

A Anvisa também j√° deu aval a estudos cl√≠nicos de uma vacina em desenvolvimento pela Pfizer e de outra da Janssen, bra√ßo farmac√™utico da Johnson&Johnson.

Fonte: Banda B

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