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Vigia atira e mata bandido que invadiu empresa no bairro Horto, em BH

Trabalhador deu, primeiro, disparo de advertência, que não intimidou criminoso

Por Nação Sampa News em 29/06/2021 às 12:29:18

Foto ilustrativa. Ocorrência foi encerrada na Delegacia de Plantão da Polícia Civil I (Deplan I), no bairro Floresta


Um vigilante de 49 anos foi conduzido à delegacia após atirar e matar um criminoso que invadiu o local em que ele trabalha, nesta segunda-feira (28), no bairro Horto, na região Leste de Belo Horizonte.

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, o trabalhador contou aos militares que, em data anterior, houve um pique de luz no local e, posteriormente, constatou-se que o imóvel, localizado na rua Pouso Alegre, havia sido invadido, os cabos furtados e uma das janelas quebrada.


Nesta madrugada ocorreu outro pique de energia, o vigilante deslocou para fazer a ronda e, ao entrar em um dos galpões, viu um homem em um dos canos. Ele pediu para que o suspeito se entregasse, mas o homem pulou com um objeto na mão e outro na cintura. Para se defender, o vigia efetuou um disparo de advertência, que não intimidou o suspeito. Com isso, o vigilante atirou mais uma vez.

Ele acionou a polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas o invasor não resistiu e morreu no local. Ele, que aparentava ter aproximadamente 35 anos, não portava documentos.

O trabalhador passou mal e precisou ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Leste. A polícia apreendeu um simulacro de arma de fogo, uma ferramenta turquesa, um alicate de corte (que estava nas mãos do suspeito), um revólver calibre 38, quatro munições intactas e duas vazias de calibre 38.

A ocorrência foi encerrada na Delegacia de Plantão 1 (Deplan). Por meio de nota, a Polícia Civil informou que o trabalhador foi ouvido e liberado. Veja o comunicado na íntegra:

"A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que a ocorrência foi recebida nesta segunda-feira (28/6) na Delegacia de Plantão 1 e que a perícia técnica compareceu ao local dos fatos para os primeiros levantamentos. O vigilante foi ouvido e não teve a sua prisão em flagrante ratificada, uma vez que, a princípio, ele agiu em legítima defesa. As investigações prosseguem".

Fonte: Portal-MSN

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